O dia em que minha mente “fritou” e eu desafiei a morte

O ano era 1972. Eu era um adolescente de doze anos, equilibrando-me entre dois mundos. Durante a noite, estudava no Ginásio Industrial, na Avenida Eugênio Salerno, onde hoje pulsa o campus da Uniso. Nas noites e madrugadas, enfrentava o trabalho árduo como entregador de pão na Padaria Santa Terezinha, ali na esquina da Joaquim Nunes […]